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Após anos de apreensão e níveis recordes de seca, o Rio Paraguai apresenta em fevereiro de 2026 sinais robustos de vitalidade. As medições realizadas na estação de Ladário confirmam que o nível da água voltou a patamares considerados ideais para a navegação e para o equilíbrio do ecossistema.

Este fenômeno é resultado de um ciclo de chuvas mais regular nas cabeceiras, trazendo alívio para pescadores, pecuaristas e para a biodiversidade pantaneira.

Navegação e logística

A subida das águas impacta diretamente a logística da região. O transporte de minério e grãos, essencial para a economia de Corumbá, ganha novo fôlego com a navegabilidade plena do canal.

Especialistas em hidrologia afirmam que a manutenção deste nível é fundamental para evitar os incêndios devastadores que assolaram o bioma em anos anteriores. A natureza, em sua resiliência, mostra que o Pantanal está em processo de renovação.

Impacto ambiental positivo

Com o rio cheio, a vida selvagem floresce. Áreas de inundação que estavam secas há tempos voltaram a servir de berçário para diversas espécies de peixes e refúgio para aves migratórias. O monitoramento ambiental segue intensificado, mas o otimismo é geral entre os pesquisadores.

A recuperação do Rio Paraguai em 2026 é vista como um marco de esperança para o futuro sustentável da região pantaneira.