O novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621, começou a valer nesta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026. O valor representa um aumento de 6,79% em relação ao piso anterior, que era de R$ 1.518.
📈 Cálculo considera inflação e regra fiscal
O reajuste leva em conta a inflação acumulada, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) nos 12 meses encerrados em novembro, além de um ganho real limitado pelas regras do arcabouço fiscal.
Com essa limitação, o aumento ficou R$ 15 abaixo do valor que seria aplicado caso o crescimento do PIB de dois anos antes fosse incorporado integralmente ao cálculo. Sem o teto fiscal, o salário mínimo em 2026 chegaria a R$ 1.636.
🧾 Salário mínimo impacta benefícios e contribuições
O salário mínimo é utilizado como referência para diversos benefícios sociais e obrigações trabalhistas e previdenciárias. Entre eles estão:
- Aposentadorias e pensões do INSS pagas pelo piso
- Benefício de Prestação Continuada (BPC)
- Abono salarial do PIS/Pasep
- Valor mínimo do seguro-desemprego
- Contribuições mensais do MEI (Microempreendedor Individual)
- Limites para ações judiciais e cálculos trabalhistas
⚖️ Impacto direto na economia e no orçamento público
A atualização do salário mínimo influencia diretamente a renda de milhões de brasileiros, além de impactar o orçamento da Previdência Social, políticas públicas e despesas obrigatórias da União, estados e municípios.
Fonte: https://www.diarionline.com.br/?s=noticia&id=154826